segunda-feira, 28 de setembro de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A ingnorância é uma benção

Tenho reparado que os ignorantes não sofrem tanto. Psicológicamente claro, isto porque ser ignorante ao ponto de passar fome ou sede não é nada agradável, mas no que toca a sentimentos, quanto mais ignorante melhor.
Discussões filosóficas à parte, não nascemos ensinados para a vida que nos rodeia passados 20 anos. No entanto, os sentimentos que temos são afectados por essa mesma vida, adulterados pela sociedade, limitados por leis e interpretados por outros segundo outros padrões.
Aquilo que sentimos está cercado, por todas as frentes. Aprendemos a amar, dar, receber. Quanto nos custou a aprender isso? Aparentemente nada, mas e o quanto nos custa não sermos amados, recebermos ou darmos? Depois de tudo o que aprendemos, passar à pratica não é um passo fácil, ao fim de muito tempo convencidos de que o bem compensa, não ha sinais de que assim o seja.
Os ignorantes aprenderam a amar, dar e receber, mas não sofrem deste mal, o que eles sentem não está tão cercado.
Esta cerca é de todos os tipos, económica, racial, educacional, temporal... tudo vale para travar sentimentos...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Palavras sentimentais

Será possível alguém ler aquilo que sentimos?
Haverá palavras suficientemente fortes?
Não temos nós a tendência para misturar conhecimentos prévios?
Ler aquilo que idealizamos e não o que o autor queria dizer?

Não posso afirmar que sim, mas vou tentar... tentar fazer-me sentir.